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O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) reafirmou seu compromisso com a inclusão social e educacional ao transformar uma roda de conversa em um ponto focal de apoio e disseminação de informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O evento, que mobilizou a comunidade acadêmica, foi estruturado para transcender o debate técnico, consolidando-se como um espaço seguro para o acolhimento de estudantes, familiares e servidores.

Durante a atividade, o foco principal foi a desmistificação de conceitos relacionados ao autismo e o compartilhamento de vivências práticas. A dinâmica permitiu que os participantes relatassem os desafios cotidianos, desde o processo de diagnóstico até a adaptação às rotinas escolares e sociais. Essa troca de experiências é vista por especialistas da instituição como uma ferramenta essencial para humanizar o atendimento e fortalecer as redes de suporte dentro do ambiente de ensino.

A iniciativa é parte integrante das ações promovidas pelos Núcleos de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas (Napne) da instituição. O objetivo central é garantir que o ambiente acadêmico seja um local de respeito às neurodivergências, combatendo o preconceito por meio da informação qualificada. Para o IFSC, a realização dessas rodas de conversa é um passo estratégico para identificar demandas específicas e aprimorar as políticas de permanência e êxito dos alunos com TEA.

Além de abordar as barreiras pedagógicas, o encontro destacou a importância do suporte emocional para as famílias e o papel da coletividade na construção de uma sociedade mais inclusiva. Ao incentivar o diálogo aberto, o Instituto espera que a conscientização se reflita em atitudes práticas no dia a dia do campus, assegurando que todos os estudantes tenham suas particularidades respeitadas e valorizadas no processo de aprendizagem.

Eventos como este reforçam a função social da educação pública em promover não apenas o conhecimento técnico, mas também a formação cidadã e a empatia. A expectativa dos organizadores é que a metodologia da roda de conversa seja replicada em outros momentos e unidades, ampliando o alcance da mensagem de inclusão e fortalecendo os laços entre a instituição e a comunidade externa.

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