Estudos científicos recentes sugerem uma nova perspectiva sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), relacionando-o diretamente ao desenvolvimento biológico da nossa espécie. Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, especialistas defendem a hipótese de que o autismo pode ser um subproduto do processo evolutivo que moldou o cérebro humano moderno. Essa linha de investigação indica que as mesmas adaptações genéticas que permitiram o avanço da cognição e da inteligência humana podem ter contribuído para o surgimento de características neurodivergentes, consolidando o autismo como um elemento intrínseco à trajetória evolutiva da humanidade.
