A recente definição do termo ‘autismo profundo’ busca trazer mais clareza ao diagnóstico de indivíduos dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA) que necessitam de suporte constante e intensivo. Esta nova nomenclatura foca em pacientes com limitações severas de comunicação e autonomia, visando facilitar o acesso a políticas públicas e tratamentos personalizados. Para as famílias, a mudança é um passo importante para garantir que as necessidades específicas de cada nível de suporte sejam atendidas com maior precisão e visibilidade. As informações originais são do portal UOL.
